- Está em curso um movimento político para juntar num mesmo palanque o Democratas de José Agripino, o PV de Micarla, o PSDB de Rogério Marinho e o PR de João Maia. O nó da questão é a disputa de governo. O DEM tem Rosalba Ciarlini e o PR tem João Maia. A aliança mais ampla, juntado Agripino, Micarla, Rogério e João Maia, ainda é uma incógnita. Mas está sendo trabalhada com afinco pelas lideranças. Se vai vingar, só Deus sabe.
- José Agripino Maia voltou ao normal no plenário do Senado. Voltou a ser um dos líderes da oposição. O comportamento hesitante verificado nos últimos dias na criação da CPI da Petrobras deu lugar a um senador de cara feia para o Palácio do Planalto. Cheio de coragem para investigar uma das maiores empresas do país. A mudança de postura do senador potiguar deve-se às notícias de que teria interesse em abrandar a investigação, para não prejudicar os negócios do filho-deputado Felipe Maia, sócia de uma empresa de combustíveis contratada pela BR Distribuidora, da Petrobras.
- Rosalba Ciarlini (DEM) não assinou a CPI da Petrobras, divergindo do líder Agripino, por um motivo de foro íntimo: a empresa foi uma grande parceira durante suas gestões à frente da Prefeitura de Mossoró. Se não me engano, o principal ginásio da cidade e um novo teatro foram construídos com patrocínio da Petrobras.
- Depois de lavar a roupa a suja na sede do PMDB, Henrique Eduardo Alves disse o óbvio ululante: a prioridade do PMDB é a reeleição de Garibaldi e o partido estará unido em qualquer cenário. Ninguém duvida disso. Henrique proferiu: “Na chapa majoritária o que o partido quer é espaço para reeleição do senador Garibaldi filho. Essa é a prioridade do PMDB, qualquer projeto majoritário para ter a participação do PMDB tem que ter essa". Se possível, no governo.
terça-feira, 19 de maio de 2009
Giro político no RN
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